<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="0.92">
	<channel>
		<title>Blog Actus Fidei - Atos de F&#233;</title>
		<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br</link>
		<description>UM BLOG A SERVI&#199;O DA F&#201; CAT&#211;LICA!</description>
		<language>pt-BR</language>
		<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
				<item>
			<title>NOVO ENDERE&#199;O DO BLOG ACTUS FIDEI  ATOS DE F&#201;</title>
			<description>A VOC&#202; QUE SEMPRE ACESSOU ESTE BLOG, SEGUE EM ANEXO O NOVO BLOG ACTUS FIDEI - ATOS DE F&#201; www.blogactusfidei.blogspot.com ATRAV&#201;S DESTE NOVO ENDERE&#199;O ELETR&#212;NICO E DO PROVEDOR ESTE BLOG TER&#193; UM ACESSO MAIOR AS TECNOLOGIAS QUE NOS AUXILIAM NA EVANGELIZA&#199;&#195;O. DESDE J&#193; DEUS TE ABEN&#199;OE!
ACESSE: www.blogactusfidei.blogspot.com </description>
			<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br/novo_endereco_do_blog_actus_fidei_atos_d</link>
		</item>
				<item>
			<title>Agosto &#233; o m&#234;s das voca&#231;&#245;es</title>
			<description>Falar em voca&#231;&#227;o nos traz de imediato &#224; mente a compreens&#227;o de um chamado e de uma miss&#227;o a cumprir. Os documentos da Igreja ensinam que toda pessoa &#233; voca&#231;&#227;o. Sob a luz da f&#233; crist&#227;, n&#227;o nascemos apenas do encontro do amor de um homem com uma mulher, mas, todos somos pensados e queridos por Deus desde sempre e para sempre. Toda pessoa tem uma origem divina e humana ao mesmo tempo. Em nossa origem divina e humana, feitos &#224; imagem de Deus, somos todos mission&#225;rios na ess&#234;ncia de nosso ser. Cada pessoa, onde quer que se encontre, tem uma miss&#227;o a viver e a cumprir. Ningu&#233;m &#233; maior, ningu&#233;m &#233; menor. Na f&#233; crist&#227;, o valor de algu&#233;m, n&#227;o se mede pelo cargo que ocupa, mas, pelo amor que se vive. Somos membros vivos uns dos outros. Todos s&#227;o necess&#225;rios. Essa consci&#234;ncia do valor da vida nos leva ao dever de compromisso na solidariedade com todos, principalmente com os mais pequeninos e necessitados de nosso mundo. Santo Agostinho afirma: &#8220;A maior gl&#243;ria de Deus &#233; a dignidade do homem&#8221;. &#201;, portanto, impens&#225;vel viver a f&#233; sem a consci&#234;ncia de um compromisso s&#233;rio de comunh&#227;o com Deus e com os irm&#227;os. &#8220;Quem diz amar a Deus a quem n&#227;o v&#234; e n&#227;o ama o irm&#227;o a quem v&#234;, se engana a si mesmo e &#233; mentiroso&#8221; (1Jo.4,20-21). Como crist&#227;os, devemos permanentemente nos questionar sobre as exig&#234;ncias pr&#225;ticas de nossa voca&#231;&#227;o e vida crist&#227;. Como valorizamos nossa vida e a vida de todos que nos cercam? Que tempo investimos no cultivo dos valores da vida em fam&#237;lia, na comunidade e na Igreja? &#201; bom saber. Valor n&#227;o &#233; um conceito e nem apenas um conhecimento, mas, um bem que investimos e levamos a s&#233;rio em nossa vida. Esta &#233; a verdade. No amor somente se partilha aquilo que se &#233;. &#8220;Ama teu pr&#243;ximo como a ti mesmo&#8221; Lc.10,27. Quem n&#227;o se ama e n&#227;o &#233; honesto consigo n&#227;o ama a ningu&#233;m. Como querer transformar os outros, o mundo, se por primeiro n&#227;o nos transformamos a n&#243;s pr&#243;prios? Sem d&#250;vida, o mundo precisa de doutores e de te&#243;logos, mas precisa acima de tudo de pessoas que vivam sua f&#233;. Neste m&#234;s em que &#224; Igreja nos convida a refletir sobre a voca&#231;&#227;o, somos convidados a pensar sobre que valor damos a nossa vida e a vida de todos. Sem d&#250;vida, faz muito sentido refletir sobre como cada um vive em fam&#237;lia, na comunidade, na Igreja e em sua miss&#227;o espec&#237;fica no mundo. Fonte:Padre Evaristo Debiasi - AIS&#160;http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=238852</description>
			<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br/agosto_e_o_mes_das_vocacoes</link>
		</item>
				<item>
			<title>SANTA ANA AV&#211; DE JESUS CRISTO</title>
			<description>Santa Ana ou Sant&#8217;Ana ( latim Anna, e este do hebraico Hhannah Gra&#231;a) foi m&#227;e da Virgem Maria e av&#243; de Jesus Cristo. 
A Virgem e o Menino com Santa Ana. Leonardo da Vinci, s&#233;c. XVI
Os dados biogr&#225;ficos que sabemos sobre os pais da Bem Aventurada Virgem Maria nos foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epif&#226;nio e Greg&#243;rio de Nissa. Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa gra&#231;a, pertencia &#224; fam&#237;lia do sacerdote Aar&#227;o e seu marido, S&#227;o Joaquim pertencia &#224; fam&#237;lia real de Davi. Seu marido, S&#227;o Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote R&#250;ben por n&#227;o ter filhos. Mas Sant&#8217;Ana j&#225; era idosa e est&#233;ril. Confiando no poder divino, S&#227;o Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penit&#234;ncia. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant&#8217;Ana ficou gr&#225;vida. A paci&#234;ncia e a resigna&#231;&#227;o com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao pr&#234;mio de ter por filha aquela que havia de ser a M&#227;e de Deus. Eram eles residentes em Jerusal&#233;m, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Bas&#237;lica de Santana; e a&#237; , num s&#225;bado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam que em hebraico significa Senhora da Luz, traduzido para o latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusal&#233;m aos tr&#234;s anos, tendo l&#225; permanecido at&#233; os doze anos. A devo&#231;&#227;o aos pais de Nossa Senhora &#233; muito antiga no oriente, onde foram cultuados desde os primeiros s&#233;culos de nossa era, atingindo sua plenitude no s&#233;culo VI. J&#225; no ocidente, o culto de Santana remonta ao s&#233;culo VIII, quando, no ano de 710, suas rel&#237;quias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribu&#237;das para muitas igrejas do ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant&#8217;Ana, em D&#252;ren, Ren&#226;nia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade M&#233;dia, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto . Em 1584, o Papa Greg&#243;rio XIII fixou a data da festa de Sant&#8217;Ana em 26 de Julho, e o Papa Le&#227;o XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879.Em Fran&#231;a, o culto da M&#227;e de Maria teve um impulso extraordin&#225;rio depois das apari&#231;&#245;es da santa em Auray, em 1623. Tendo sido S&#227;o Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant&#8217;Ana, o Papa Paulo VI associou num &#250;nico dia, 26 de julho, a celebra&#231;&#227;o dos pais de Maria Sant&#237;ssima. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Ana </description>
			<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br/santa_ana_avo_de_jesus_cristo</link>
		</item>
				<item>
			<title>JESUS ORANDO</title>
			<description>XVII Domingo do Tempo Comum (C) G&#234;nesis 18, 20-21.23-32; Colossenses 2, 12-14; Lucas 11, 1-13 Jesus orando &#171;Ele lhes disse: &#8216;Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja teu Nome, venha teu Reino&#8217;.&#187; Como seria o rosto e toda a pessoa de Jesus quando estava imerso na ora&#231;&#227;o, n&#243;s podemos imaginar pelo fato de que seus disc&#237;pulos, s&#243; de v&#234;-lo orar, se enamoram da ora&#231;&#227;o e pedem ao Mestre que os ensine tamb&#233;m a orar. E Jesus os atende, como ouvimos, ensinando-lhes a ora&#231;&#227;o do Pai Nosso. Tamb&#233;m agora queremos refletir sobre o evangelho inspirando-nos no livro do Papa Bento XVI sobre Jesus: &#171;Sem o arraigo em Deus &#8211; escreve o Papa &#8211;, a pessoa de Jesus &#233; fugaz, irreal e inexplic&#225;vel. Este &#233; o ponto de apoio sobre o qual se baseia este livro meu: considera Jesus a partir de sua comunh&#227;o com o Pai. Este &#233; o verdadeiro centro de sua personalidade&#187;. Os evangelhos justificam amplamente estas afirma&#231;&#245;es. Portanto, ningu&#233;m pode contestar historicamente que o Jesus dos evangelhos vive e atua em cont&#237;nua refer&#234;ncia ao Pai celestial, que ora e ensina a orar, que funda tudo sobre a f&#233; em Deus. Se eliminarmos esta dimens&#227;o do Jesus dos evangelhos, n&#227;o resta absolutamente nada d&#8217;Ele. Deste dado hist&#243;rico se deriva uma conseq&#252;&#234;ncia fundamental, isto &#233;, que n&#227;o &#233; poss&#237;vel conhecer o verdadeiro Jesus se se prescinde da f&#233;, se se realiza uma aproxima&#231;&#227;o d&#8217;Ele como n&#227;o-crentes ou ateus declarados. N&#227;o falo neste momento da f&#233; em Cristo, em sua divindade (que vem depois), mas de f&#233; em Deus, na acep&#231;&#227;o mais comum do termo. Muitos n&#227;o-crentes escrevem hoje sobre Jesus, certos de que s&#227;o eles os que conhecem o verdadeiro Jesus, n&#227;o a Igreja, n&#227;o os crentes. Longe de mim (e creio que tamb&#233;m do Papa) a id&#233;ia de que os n&#227;o-crentes n&#227;o tenham direito de tratar de Jesus. Jesus &#233; &#171;patrim&#244;nio da humanidade&#187; e ningu&#233;m, nem sequer a Igreja, tem o monop&#243;lio sobre Ele. O fato de que tamb&#233;m os n&#227;o-crentes escrevam sobre Jesus e se apaixonem por Ele n&#227;o pode sen&#227;o agradar-nos. O que eu desejaria mostrar s&#227;o as conseq&#252;&#234;ncias que se derivam de um ponto de partida assim. Se negarmos a f&#233; em Deus ou se prescindirmos dela, n&#227;o se elimina s&#243; a divindade, ou o chamado Cristo da f&#233;, mas tamb&#233;m o Jesus hist&#243;rico tout court, n&#227;o se salva sequer o homem Jesus. Se Deus n&#227;o existe, Jesus n&#227;o &#233; mais que um dos muitos iludidos que orou, adorou, falou com sua sombra ou com a proje&#231;&#227;o de sua pr&#243;pria presen&#231;a, segundo Feuerbach. Mas como se explica ent&#227;o que a vida desse homem &#171;tenha mudado o mundo&#187;? Seria como dizer que n&#227;o foram a verdade e a raz&#227;o que mudaram o mundo, mas a ilus&#227;o e a irracionalidade. Como se explica que este home continue, a dois mil anos de dist&#226;ncia, interpelando os esp&#237;ritos como nenhum outro? Pode tudo isso ser fruto de um equ&#237;voco, de uma ilus&#227;o? N&#227;o h&#225; mais que uma via de sa&#237;da a este dilema, e &#233; preciso reconhecer a coer&#234;ncia dos que (especialmente no &#226;mbito do californiano &#171;Jesus Seminar&#187;) a tomaram. Segundo aqueles, Jesus n&#227;o era um crente hebreu; era no fundo um fil&#243;sofo ao estilo dos c&#237;nicos; n&#227;o pregou um reino de Deus, nem um pr&#243;ximo final do mundo; s&#243; pronunciou m&#225;ximas sapienciais ao estilo de um mestre Zen. Seu objetivo era despertar nos homens a consci&#234;ncia de si, convenc&#234;-los de que n&#227;o tinham necessidade nem d&#8217;Ele nem de outro Deus, porque eles mesmos levavam em si uma fa&#237;sca divina. Mas estas s&#227;o as coisas que a Nova Era prega h&#225; d&#233;cadas! O olhar do Papa foi adequado: sem o arraigo em Deus, a figura de Jesus &#233; fugaz, irreal; eu acrescentaria contradit&#243;ria. N&#227;o creio que isso deva entender-se no sentido de que s&#243; quem adere interiormente ao cristianismo pode entender algo dele, mas certamente deveria alertar com rela&#231;&#227;o a achar que somente situando-se fora deste, fora dos dogmas da Igreja, se pode dizer algo objetivo sobre ele. [Tradu&#231;&#227;o realizada por Zenit.] </description>
			<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br/jesus_orando</link>
		</item>
				<item>
			<title>S&#227;o Tiago em Roma: O pensamento de Jesus &#233; claro:</title>
			<description>S&#227;o Tiago em Roma: &#171;O pensamento de Jesus &#233; claro: nada de hierarquia de poder&#187;
O secret&#225;rio do Conselho para a Pastoral da Sa&#250;de preside a missa para a comunidade espanhola ROMA, quarta-feira, 25 de julho de 2007 (ZENIT.org).- &#171;O disc&#237;pulo de Jesus n&#227;o deve assemelhar-se aos gestos de ambi&#231;&#227;o dos poderes dos grandes deste mundo&#187;, alertou &#224; comunidade espanhola o bispo que presidiu a missa na festa de S&#227;o Tiago Ap&#243;stolo neste 25 de julho, em Roma. &#171;O caminho do Evangelho &#233; servi&#231;o, como a vida de Jesus, que n&#227;o veio para ser servido, mas para servir&#187;, recordou Dom Jos&#233; Lu&#237;s Redrado, O.H., secret&#225;rio do Conselho Pontif&#237;cio para a Pastoral no Campo da Sa&#250;de, na homilia da celebra&#231;&#227;o eucar&#237;stica celebrada na Igreja de S&#227;o Tiago e Montserrat de Roma, no dia do santo padroeiro da Espanha. O secret&#225;rio do Conselho vaticano recordou que &#171;o Senhor convida os ap&#243;stolos, a todos que t&#234;m um papel de servi&#231;o, a tirar as m&#225;scaras, a n&#227;o atuar s&#243; por obriga&#231;&#227;o, e apresentar-se simples, pobres, vulner&#225;veis, purificar nossos temores, n&#227;o estar atados a seguran&#231;as humanas; &#233; um convite a servir como ele serviu&#187;. Citando os m&#225;rtires e os santos, Dom Redrado sublinhou que &#171;a Igreja os prop&#245;e para que os imitemos&#187;. &#171;S&#227;o Tiago, nosso ap&#243;stolo, ajuda-nos, sim, a ver nossos defeitos, fraquezas, ambi&#231;&#245;es, mas sobretudo a super&#225;-los com a disponibilidade, com a abertura ao Esp&#237;rito, com a fortaleza em meio &#224;s provas, com o zelo pela causa do Evangelho, com a voca&#231;&#227;o de servi&#231;o criativo, entusiasta, generoso, fiel&#187;, concluiu. 
Fonte: www.zenit.org
</description>
			<link>http://actusfidei.blog.terra.com.br/sao_tiago_em_roma_o_pensamento_de_jesus_</link>
		</item>
			</channel>
</rss>