Blog Actus Fidei - Atos de Fé

UM BLOG A SERVIÇO DA FÉ CATÓLICA!

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Arquivo de: Julho 2007

29.07.07

SANTA ANA AVÓ DE JESUS CRISTO

categorias: Espiritualidade

Santa Ana ou Sant’Ana ( latim Anna, e este do hebraico Hhannah Graça) foi mãe da Virgem Maria e avó de Jesus Cristo.

A Virgem e o Menino com Santa Ana. Leonardo da Vinci, séc. XVI


Os dados biográficos que sabemos sobre os pais da Bem Aventurada Virgem Maria nos foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa. Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim pertencia à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Deus. Eram eles residentes em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana; e aí , num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam que em hebraico significa Senhora da Luz, traduzido para o latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusalém aos três anos, tendo lá permanecido até os doze anos.


A devoção aos pais de Nossa Senhora é muito antiga no oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI. Já no ocidente, o culto de Santana remonta ao século VIII, quando, no ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren, Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto . Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879.Em França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da santa em Auray, em 1623. Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Ana

  • criado por  Rodrigo Magno criado por Rodrigo Magno
  • Postado em 14:20:05

27.07.07

JESUS ORANDO

categorias: Espiritualidade

XVII Domingo do Tempo Comum (C)
Gênesis 18, 20-21.23-32; Colossenses 2, 12-14; Lucas 11, 1-13



Jesus orando

«Ele lhes disse: ‘Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja teu Nome, venha teu Reino’.»

Como seria o rosto e toda a pessoa de Jesus quando estava imerso na oração, nós podemos imaginar pelo fato de que seus discípulos, só de vê-lo orar, se enamoram da oração e pedem ao Mestre que os ensine também a orar. E Jesus os atende, como ouvimos, ensinando-lhes a oração do Pai Nosso.

Também agora queremos refletir sobre o evangelho inspirando-nos no livro do Papa Bento XVI sobre Jesus: «Sem o arraigo em Deus – escreve o Papa –, a pessoa de Jesus é fugaz, irreal e inexplicável. Este é o ponto de apoio sobre o qual se baseia este livro meu: considera Jesus a partir de sua comunhão com o Pai. Este é o verdadeiro centro de sua personalidade».

Os evangelhos justificam amplamente estas afirmações. Portanto, ninguém pode contestar historicamente que o Jesus dos evangelhos vive e atua em contínua referência ao Pai celestial, que ora e ensina a orar, que funda tudo sobre a fé em Deus. Se eliminarmos esta dimensão do Jesus dos evangelhos, não resta absolutamente nada d’Ele.

Deste dado histórico se deriva uma conseqüência fundamental, isto é, que não é possível conhecer o verdadeiro Jesus se se prescinde da fé, se se realiza uma aproximação d’Ele como não-crentes ou ateus declarados. Não falo neste momento da fé em Cristo, em sua divindade (que vem depois), mas de fé em Deus, na acepção mais comum do termo. Muitos não-crentes escrevem hoje sobre Jesus, certos de que são eles os que conhecem o verdadeiro Jesus, não a Igreja, não os crentes. Longe de mim (e creio que também do Papa) a idéia de que os não-crentes não tenham direito de tratar de Jesus. Jesus é «patrimônio da humanidade» e ninguém, nem sequer a Igreja, tem o monopólio sobre Ele. O fato de que também os não-crentes escrevam sobre Jesus e se apaixonem por Ele não pode senão agradar-nos.

O que eu desejaria mostrar são as conseqüências que se derivam de um ponto de partida assim. Se negarmos a fé em Deus ou se prescindirmos dela, não se elimina só a divindade, ou o chamado Cristo da fé, mas também o Jesus histórico tout court, não se salva sequer o homem Jesus. Se Deus não existe, Jesus não é mais que um dos muitos iludidos que orou, adorou, falou com sua sombra ou com a projeção de sua própria presença, segundo Feuerbach. Mas como se explica então que a vida desse homem «tenha mudado o mundo»? Seria como dizer que não foram a verdade e a razão que mudaram o mundo, mas a ilusão e a irracionalidade. Como se explica que este home continue, a dois mil anos de distância, interpelando os espíritos como nenhum outro? Pode tudo isso ser fruto de um equívoco, de uma ilusão?

Não há mais que uma via de saída a este dilema, e é preciso reconhecer a coerência dos que (especialmente no âmbito do californiano «Jesus Seminar») a tomaram. Segundo aqueles, Jesus não era um crente hebreu; era no fundo um filósofo ao estilo dos cínicos; não pregou um reino de Deus, nem um próximo final do mundo; só pronunciou máximas sapienciais ao estilo de um mestre Zen. Seu objetivo era despertar nos homens a consciência de si, convencê-los de que não tinham necessidade nem d’Ele nem de outro Deus, porque eles mesmos levavam em si uma faísca divina. Mas estas são as coisas que a Nova Era prega há décadas!

O olhar do Papa foi adequado: sem o arraigo em Deus, a figura de Jesus é fugaz, irreal; eu acrescentaria contraditória. Não creio que isso deva entender-se no sentido de que só quem adere interiormente ao cristianismo pode entender algo dele, mas certamente deveria alertar com relação a achar que somente situando-se fora deste, fora dos dogmas da Igreja, se pode dizer algo objetivo sobre ele.

[Tradução realizada por Zenit.]

  • criado por  Rodrigo Magno criado por Rodrigo Magno
  • Postado em 18:48:49

26.07.07

São Tiago em Roma: O pensamento de Jesus é claro:

São Tiago em Roma: «O pensamento de Jesus é claro: nada de hierarquia de poder»

O secretário do Conselho para a Pastoral da Saúde preside a missa para a comunidade espanhola

ROMA, quarta-feira, 25 de julho de 2007 (ZENIT.org).- «O discípulo de Jesus não deve assemelhar-se aos gestos de ambição dos poderes dos grandes deste mundo», alertou à comunidade espanhola o bispo que presidiu a missa na festa de São Tiago Apóstolo neste 25 de julho, em Roma.

«O caminho do Evangelho é serviço, como a vida de Jesus, que não veio para ser servido, mas para servir», recordou Dom José Luís Redrado, O.H., secretário do Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, na homilia da celebração eucarística celebrada na Igreja de São Tiago e Montserrat de Roma, no dia do santo padroeiro da Espanha.

O secretário do Conselho vaticano recordou que «o Senhor convida os apóstolos, a todos que têm um papel de serviço, a tirar as máscaras, a não atuar só por obrigação, e apresentar-se simples, pobres, vulneráveis, purificar nossos temores, não estar atados a seguranças humanas; é um convite a servir como ele serviu».

Citando os mártires e os santos, Dom Redrado sublinhou que «a Igreja os propõe para que os imitemos».

«São Tiago, nosso apóstolo, ajuda-nos, sim, a ver nossos defeitos, fraquezas, ambições, mas sobretudo a superá-los com a disponibilidade, com a abertura ao Espírito, com a fortaleza em meio às provas, com o zelo pela causa do Evangelho, com a vocação de serviço criativo, entusiasta, generoso, fiel», concluiu.

Fonte: www.zenit.org


  • criado por  Rodrigo Magno criado por Rodrigo Magno
  • Postado em 18:32:01

09.07.07

As características da personalidade madura

categorias: Reflexão

PARTE II - Continuação

Quando o senso da verdade de quem somos não é claro ou atuante, colocamos a máscara nas nossas atitudes para corresponder às expectativas dos outros, especialmente das pessoas significativas. Vem à tona este duplo aspecto: o que os outros esperam de mim e aquilo que eu quero apresentar de mim mesmo aos outros. A imagem que o indivíduo quer apresentar de si mesmo é o que tantas vezes prevalece. Se esse desejo de agradar for exagerado, ele acabará sendo um alguém não somente fragilizado, como também condicionado por uma variedade de identidades.

Essa duplicidade ou multiplicidade de personalidades, atuadas conforme o momento ou a conveniência, gerará um terrível desgaste psicológico (com repercussões físicas e espirituais) gerando, assim, um notável desperdício de energia psíquica. Certos comportamentos trazem em si o desejo de externar uma boa imagem de si: o esforço de mostrar aos outros, o que se é capaz de fazer, tendo por alvo aumentar a credibilidade e por conseguinte reforçar a auto-estima.

O problema é que, quando as coisas começam a andar mal ou quando surgem as contradições e a vida com suas aparências sofrem riscos, a verdadeira realidade que estava submersa ou camuflada vem à baila; e se desmascara a mesma realidade que se tentou esconder.
Porém, como a pessoa ideal não existe e o mito do super-homem ou da mulher maravilha é uma tola ilusão, os limites ou os condicionamentos que estão por trás de certos comportamentos hão de aparecer talvez através de desagradáveis surpresas. Por isso, a segurança emotiva significa também reconhecer os próprios limites, assumi-los com humildade e realismo, importa integrar as sombras, ou seja os elementos negativos da personalidade. Negá-los, camuflá-los, encobri-los poderá gerar uma ilusão desgastante e nociva para a alegria e a serenidade.

Manter algo encoberto, sob a pressão implacável do medo nunca há de ser algo positivo. É bem verdade, que, para quem tem valores morais e éticos, e neles acredita, nunca deve desistir de vivê-los, nem deve, erroneamente, em nome da sinceridade, abraçar ou simplesmente viver em conformidade com os próprios impulsos ou as próprias inclinações quando estas revelarem contra-valores na sua forma de expressão. Esse senso da realidade levará a comportamentos equilibrados, balanceados e isento de destemperos, iluminado pelos ditames da razão e transfigurado pela fé. Portanto, nem o fracasso deprime, nem o triunfo leva a euforia.

A pessoa madura não idealiza as demais pessoas. Haverá de encará-las na sua realidade: podem errar de tantas formas e por tantos motivos conhecidos ou encobertos. Deste modo se evitará exigir dos outros aquilo que os outros efetivamente não podem oferecer.

Algumas limitações psicológicas ao nível de insegurança, como a rejeição de toda responsabilidade não deve ser considerada como virtude, mas fuga que nasce de um complexo de inferioridade. Certos medos de se expor ou medos de assumir certos riscos ou a fuga ao enfrentar alguns tipos de problemas pode revelar não tanto humildade, mas imaturidade. A meta de quem se comporta assim é manter-se numa tranqüilidade passiva, compreendida como fuga dos problemas, fuga obsessiva dos conflitos para salvaguardar uma dependência que a impeça de decidir e de pensar com a própria cabeça, assumindo as responsabilidades da decisão tomada.

O cuidado obsessivo de não turvar as águas, de não levantar poeira que leva à manutenção de uma «paz de cemitério», mesmo quando a verdade e o bem maior estejam em jogo, pode revelar um perigoso descaso e um comportamento infantil. Talvez se entenda como é perigoso este quadro de religiosos, consagrados e cristãos leigos que buscam na vida comunitária do matrimônio ou da vida consagrada um doce refúgio, um ninho acolhedor para esconder seus medos, seus traumas e recalques bem como acomodar sua frágil personalidade num lugar longe dos conflitos ou desafios desgastantes.

O mesmo princípio se pode aplicar no caso de pessoas que procuram a solidão ou o isolamento não por motivações nobres tais como a oração, a contemplação, a atividade intelectual, mas simplesmente para não enfrentar os desgastes e as exigências da convivência com os outros. E este fenômeno tem sido muito comum nos últimos tempos (não querer partilhar o próprio espaço físico, os próprios bens, as próprias idéias e sobretudo a própria vida).

Concluindo
Parece desafiante e exigente este projeto de maturidade. Talvez, por isso mesmo ele seja bom. Afinal, maturidade não se alcança dando saltos mágicos, mas dando passos, pacientemente, insistentemente. Os desafios serão sempre uma fonte inexaurível de crescimento e de estímulos para melhorar. Basta acreditar e investir.


Padre Antônio Marcos Chagas
Fonte: Comunidade Shalom

  • criado por  Rodrigo Magno criado por Rodrigo Magno
  • Postado em 19:20:03

As características da personalidade madura

categorias: Reflexão

1. A segurança emotiva e a percepção realística de si mesmo (auto aceitação)

Indica a capacidade de suportar a frustração, de modo que os estados emotivos não interfiram nos seus atos nem interfiram no bem estar dos outros. Os impulsos emotivos (da agressividade e da sexualidade) são assumidos, integrados e nunca reprimidos. Assim se fará um bom uso destas importantes energias impulsionadoras do crescimento do indivíduo. Esse processo é feito sem grandes perturbações. As frustrações são bem trabalhadas. Os conflitos e tensões, mesmo presentes, não são determinantes e não impedem o desenvolvimento de um autêntico senso de segurança e confiança.

A segurança emotiva não consiste apenas na capacidade da suportação das frustrações, mas também na capacidade de trabalhá-las, ou seja, canalizar as energias emotivas para uma causa nobre e não para um perigoso processo de auto destruição. Possui o senso da proporção das coisas, sabendo correr riscos razoáveis à luz do bom senso, onde a cautela e a prudência caminham lado a lado com a prevenção de expressões de pânico ou de dramatizações exageradas das diversas situações.

É um alguém capaz de exprimir o próprio pensamento, os sentimentos e convicções sem se sentir ameaçado ou sob o efeito do complexo de culpa. O ponto de vista dos outros na sua diferença e peculiaridade não o inibe nem lhe tolhe a liberdade de se exprimir com responsabilidade e no desejo de acertar e ajudar os outros. Sabe respeitar e levar na devida consideração a opinião e os sentimentos dos outros. Por isso, não se sente o dono da verdade nem se apresenta como um oportunista manipulador da opinião da maioria em prol dos próprios interesses. Suas intervenções são sinceras e se fundamentam na sincera busca do bem comum.

Sem perder a força propulsora dos grandes ideais que impulsionam a própria vida, a pessoa é realista e não dramatiza as situações ou experiências desagradáveis. Procura desenvolver um auto controle que não lhe permita de viver ao sabor das variações emotivas ou das imaturidades ou descontroles dos outros. O seu comportamento, substancialmente, não é reativo, mas pró-ativo, ou seja não são os impulsos emotivos imediatos que condicionam a ação a ser tomada, mas os princípios comportamentais que se considera como verdadeiros valores.

Sua vida é marcada pela graça do momento presente. Por isso, não vive o saudosismo improdutivo e paralisante do passado, nem se perde em vãs expectativas ou exagerada preocupação com o futuro. Nem muito menos vive num presentismo onde a vida parece condicionada e fixada no agora, constituído por momentos isolados, desconexos, sem sentido. As raízes profundas fixadas na salutar tradição do passado, com toda a grande riqueza de suas sapienciais heranças. O futuro suscitará antenas sensíveis, para captar os sinais dos tempos, de modo a não faltar uma bem compreendida preparação para o mesmo. Deste modo, a capacidade de programação será um poderoso preventivo para toda espécie de improvisação e de paliativos de última hora. Este mesmo momento presente, vivido intensamente, é também marcado pelo senso do realismo e por uma inteligente capacidade de adaptação às condições climáticas, geográficas, culturais, sociais, políticas e econômicas.

Sem deixar de ser ele mesmo, saberá sensatamente adaptar-se às pessoas na sua diversidade, limites e valores. Saberá tirar proveito disso, mas sem manipular as coisas conforme as próprias conveniências. As respectivas exigências destas condições (do ambiente e das pessoas) são harmonizadas com as necessidades do indivíduo. O fato de estar numa determinada situação faz com que a realidade seja assumida assim como ela se apresenta, tentando de transformar o que for possível e assumir integrando na própria personalidade o que não é possível transformar.

Conviverá sem dramas com aqueles problemas que efetivamente ou momentaneamente não apresentam solução satisfatória. Não é um alguém que passa todo o tempo a se lamentar com expressões tais como: "deveria ser assim, ah se eu estivesse com outra pessoa ou noutro clima, ou noutra congregação, ou noutra vocação a situação seria melhor", etc. Noutras palavras, a pessoa não vive de fantasias, de ilusões, mas a partir da realidade tenta nela encarnar os valores que acredita. Tudo isso, portanto, não significa que haja uma adaptação ou uma adequação passiva do indivíduo ao ambiente como se ele fosse um fruto do meio ou um consumidor parasitário do que lhe é oferecido ou imposto.

O comportamento maduro nunca comportará atitudes masoquistas ou marcadas pelo vitimismo. Por isso, marcada por um comportamento resignado e apático, a pessoa imatura sente dificuldade na sua auto superação rumo a níveis mais altos de qualidade de vida, de amadurecimento e de efetivo crescimento.

Ao nível de inconsciente, quando não estamos atentos e inseridos no auto-conhecimento, nós colocamos sobre a nossa identidade as máscaras das quais os atores gregos faziam uso, quando representavam nas tragédias e interpretavam os vários personagens nas peças de teatro. Conforme era a máscara, da mesma forma era a voz e o comportamento. Aquele alguém interpretado não era o mesmo que o interpretava.
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CONTINUA ...
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Padre Antônio Marcos Chagas
Fonte: Comunidade Shalom

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  • Postado em 19:18:43