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Arquivo de: Abril 2007, 05

05.04.07

Vale do Paraíba lugar de Santos e Profetas!

categorias: Espiritualidade

Vale do Paraíba, celeiro místico de Santos e Profetas!

Capítulo 4

Santo Frei Antônio de Sant'Anna Galvão

Frei Galvão nasceu em 1739 de uma família profundamente piedosa e conhecida pela sua grande caridade para com os pobres. Batizado com o nome de Antônio Galvão de França, depois de ter estudado com os Padres da Companhia de Jesus, na Bahia, entrou na Ordem dos Frades Menores em 1760; diz biografia difundida pela Santa Sé.

Foi ordenado Sacerdote em 1762 e passou a completar os estudos teológicos no Convento de São Francisco, em São Paulo, onde viveu durante 60 anos, até à sua morte ocorrida a 23 de Dezembro de 1822.

A vida de Frei Galvão foi marcada pela fidelidade à sua consagração como sacerdote e religioso franciscano, e por uma devoção particular e uma dedicação total à Imaculada Conceição, como «filho e escravo perpétuo».

Além dos cargos que ocupou dentro da sua Ordem e na Ordem Terceira Franciscana, ele é conhecido sobretudo como fundador e guia do Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição, mais conhecido como «Mosteiro da Luz», do qual tiveram origem outros nove mosteiros.

Além de Fundador, Frei Galvão foi também o projetista e construtor do Mosteiro que as Nações Unidas declararam Patrimônio cultural da humanidade.

Enquanto ele ainda vivia, em 1798 o Senado de São Paulo definiu-o «homem da paz e da caridade», porque era conhecido e procurado por todos como conselheiro e confessor, além de o franciscano que aliviava e curava os doentes e os pobres, no silêncio da noite.

Frei Galvão convida-nos a crescer em santidade e na devoção a Nossa Senhora da Conceição e deixa a todos nós brasileiros a grata mensagem de sermos pessoas da paz e da caridade, sobretudo para com os pobres e os marginalizados.

O religioso foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 25 de outubro de 1998.

Em sua homilia na concelebração eucarística, o Papa disse que Frei Galvão «quis corresponder à própria consagração religiosa, dedicando-se com amor e devotamento aos aflitos, aos doentes e aos escravos da sua época no Brasil».

«Sua fé genuinamente franciscana, evangelicamente vivida e apostolicamente gasta no serviço ao próximo, servirá de estímulo para o imitar como “homem da paz e da caridade”».

Segundo João Paulo II, «a missão de fundar os Recolhimentos dedicados a Nossa Senhora e à Providência continua produzindo frutos surpreendentes: ardoroso adorador da Eucaristia, mestre e defensor da caridade evangélica, prudente conselheiro da vida espiritual de tantas almas e defensor dos pobres».

«Que Maria Imaculada, de quem Frei Galvão se considerava «filho e perpétuo escravo», ilumine os corações dos fiéis e desperte a fome de Deus até à entrega ao serviço do Reino, mediante o próprio testemunho de vida autenticamente cristã», afirmou o Papa na beatificação.

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Fontes: http://www.franciscanos.org.br/noticias/noticias_especiais/freigalvao_090207/01.php

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  • Postado em 12:09:25

Vale do Paraíba lugar de Santos e Profetas!

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Vale do Paraíba, celeiro místico de Santos e Profetas!

Capítulo 3

Missão Canção Nova



A missão da Canção Nova nos meios de comunicação começou com o grande desafio que nos foi lançado pelo Papa Paulo VI em seu pontífice documento Evangelii Nuntiandi de 1975.
Canção Nova é uma Comunidade Católica que tem como objetivo principal "a evangelização através dos meios de comunicação": TV, Rádio, Internet e também por meio dos produtos do departamento de audiovisual - DAVI, nas produções e comércio de livros, CDs, vídeos, entre outros materiais, os quais são todos destinados à evangelização.

O Sistema Canção Nova é mantido pela "Fundação João Paulo II" - entidade sem fins lucrativos, a qual tem como fonte de recursos financeiros as doações dos associados ao Clube do Ouvinte, sendo assim caracterizada como uma obra que subsiste pela "Divina Providência".

A Canção Nova busca restaurar a dignidade da família - "célula-mãe" da sociedade, priorizando o trabalho de formação espiritual de "homens novos para um mundo novo".

Inaugurada em 25 de maio de 1980, a Rádio Canção Nova através das faixas AM, FM, SW1, SW2 tem evangelizado através de uma programação sem propaganda comercial, a qual empenha-se em levar aos ouvintes informações, cultura, educação e formação espiritual através de uma programação dinâmica e variada.

Somos uma rádio familiar que deseja levar a proposta de uma nova vida ao mundo.


Em 8 de dezembro de 1989, a TV Canção Nova torna-se uma realidade no Brasil, a qual atualmente conta com 5 produtoras instaladas nas cidades de: Cachoeira Paulista-SP, Aracaju-SE, Rio de Janeiro-RJ e Brasília-DF. A TV Canção Nova atinge todo o território nacional com seus sinais através de antenas parabólicas, 127 operadoras de TV a cabo e 396 retransmissoras. O sinal da TVCN consegue ainda atingir o continente americano, a Europa Ocidental, a África do Norte e Oriente Médio através do sistema de satélites e TVs a cabo.

Sem perder o propósito original de sua inauguração e existência, ou seja a evangelização, a TV Canção Nova apresenta uma programação onde o profissionalismo e a criatividade são fundamentais.

O progresso dessa obra também é viabilizado pela interatividade entre todos os seus sistemas de comunicação. Pois acompanhando os avanços tecnológicos, a Canção Nova reconhece a importância da Internet como um grande meio de comunicação, o qual possibilita essa interação.

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CONTINUA ...

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Fontes: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/textos.php?id=36

 

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  • Postado em 12:00:39

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Capítulo 2

Padre Rodolfo Komorek



Início do processo: 31-1-1964
Venerável: 6-4-1995


Rodolfo Komorek nasceu em Bielsko, na Silésia polonesa, então austríaca, no dia 11 de agosto de 1890. Foi o terceiro de sete filhos de João e Inês Goch, pais verdadeiramente cristãos.

Aos 19 anos entrou no seminário, e ali era comparado a São Luís. Aos 24 anos foi ordenado sacerdote na diocese de Breslavia. Durante a primeira guerra mundial trabalhou como capelão militar no hospital e, a seu pedido, também na frente de batalha. Exerceu por três anos o ofício de pároco em Frystak, onde testemunhou a pobreza, a oração e o zelo apostólico. O seu confessionário estava sempre cheio. P. Rodolfo foi amado e respeitado por todos, sobretudo pelas crianças.

Com 32 anos pediu para entrar na Congregação Salesiana e, em 1922, iniciou o noviciado. Aspirava ser missionário. Por isso, em outubro de 1924 foi destinado a São Feliciano, no Brasil, para cuidar da pastoral dos poloneses imigrantes e sem assistência religiosa. Distinguiu-se como evangelizador e confessor de exceção. Chamavam-no "o padre santo". Foi exemplar na vivência do voto de pobreza tão amado por Dom Bosco. Vivia em união com Deus na presença do Senhor. Diziam dele: "Nunca se viu visto um homem rezar tanto". E ainda: "A sua genuflexão valia por uma pregação e a sua compostura quando estava ajoelhado no chão persuadia-nos do seu extraordinário espírito de piedade e de mortificação".

Passou por várias paróquias e comunidades salesianas. Foi enviado como confessor ao estudantado salesiano de Lavrinhas, onde se distinguiu pela santidade. Dava 28 aulas por semana. A casa de saúde de São José dos Campos foi a última etapa dos seus 25 anos de missão. Vivia contente, nos últimos oito anos de vida, por consumir-se lentamente e oferecer a Deus, até o fim, o respiro de seus pulmões doentes de tuberculose. Assistia os demais doentes exercendo durante o dia todo o ministério sacerdotal. Dormia sobre três tábuas.

Passou os últimos dias em contínua oração. Queria que os remédios, já inúteis, fossem dados aos pobres que não conseguiam comprá-los. Não quis aceitar nem oxigênio nem água. Morreu aos 59 anos, no dia 11 de dezembro de 1949. Está sepultado em São José dos Campos, onde a sua profunda piedade – sobretudo o amor pela Eucaristia –, o seu serviço incansável ao próximo e o seu espírito de contínua penitência formaram e continuam a formar gerações de crentes.

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CONTINUA ...
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Fontes: http://www.sdb.org/Index.asp?Lingua=5&MyURL=/centro.ASP

 

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Capítulo 1

Breve Relato Histórico de Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico


PORQUE EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Quando São José dos Campos era ainda considerada excelente estância climática, oferecendo especiais condições para a cura da tuberculose, nela havia um sem número de pensões sanatoriais, onde o ambiente moral nem sempre era o melhor. Muita promiscuidade, falta quase absoluta de assistência espiritual. Assim a encontrou a jovem Dulce Rodrigues dos Santos, quando em 1922 aí chegou em busca de melhoras para a sua saúde, vinda de São Paulo, com sua mãe (foto menor). Tinha apenas 21 anos, mas seu físico frágil e delicado escondia uma alma ardente e apostólica.

UM PROJETO DE VIDA

Dulce tinha bem definido e consciente um ideal: queria ser religiosa, consagrar-se a Deus totalmente, de corpo e alma. Ir doente para São José dos Campos era apenas um retardar da concretização de seus anseios. Abraçou a vontade incompreensível do Senhor.
Enquanto se recuperava, começou a se preocupar com a situação das jovens doentes que chegavam às pensões. Já restabelecida, visitava os enfermos, levava-lhes boas leituras, uma palavra amiga e, sobretudo, a caridade transbordante de seu coração.
Quando os sentia preparados, levava-lhes o Sacerdote, para que lhes proporcionasse o conforto dos Sacramentos. Outras jovens a ela se uniram nesse misericordioso mister. Formou-se um pequeno Pensionato onde, com o tratamento da saúde, num ambiente sadio e cheio de alegria, os doentes iam recebendo a boa nova do Evangelho.

O APOIO DE UM SANTO BISPO

Em Taubaté, Diocese a que então pertencia São José dos Campos, Dom Epaminondas Nunes D'ávila e Silva, preocupado com a situação de abandono moral dos doentes, pensava em fundar uma Associação Religiosa que a eles se dedicasse.
Soube, através do Pe. Ascânio Brandão, seu Secretário, do trabalho desse grupo de moças. Chamou Dulce. Compreenderam-se de imediato o santo velhinho e a jovem apóstola. Tinham a mesma sede do Reino de Deus e do serviço dos pobres e dos doentes.
Ele pediu-lhe que escrevesse o seu pensamento sobre a obra a ser fundada. Ela obedece, vendo em tudo a vontade bem clara de Deus a seu respeito; era ali que Ele a queria e não no Carmelo, como sonhava. Dulce escreveu aos pés da Virgem um esboço do que seria mais tarde a espiritualidade e a maneira de ser da Pequena Missionária.
Para que a obra perdurasse, Dom Epaminondas transformou-a em Associação Pia, canonicamente ereta, e autorizou que vestissem um uniforme as suas iniciadoras. Foi a 15 de agosto de 1932. Eram 5 associadas, incluindo Dulce. |foto maior|

NASCE UMA NOVA CONGREGAÇÃO
 

Mais tarde essa mesma foi transformada em Congregação Religiosa e a 8 de dezembro de 1934 receberam hábito religioso e seus novos nomes as sete primeiras Irmãs da Congregação. As Constituições, escritas por aquela que já então se chamava Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, foram enviadas a Roma.
Enquanto se esperava a aprovação, a 29 de junho de 1935 morre no Rio de Janeiro Dom Epaminondas, deixando sua Obra entregue à Divina Providência. Mas Deus estava com ela e, no ano seguinte, aos 27 de junho de 1936, a Santa Sé, pela voz de Pio XI, lhe concedia sua primeira aprovação: o Decreto de Beneplácito. O 2º Bispo de Taubaté, Dom André Arcoverde de Albuquerque Cavalcante, fez a Ereção Canônica da Congregação, enxertando-a na Igreja, aos 8 de novembro de 1936.
No dia 21 de novembro do mesmo ano, Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, confirmada como a Mãe do Instituto, faz seus votos perpétuos, sendo a 6 de dezembro, empossada no cargo de Superiora Geral e impondo o véu às noviças que deviam iniciar o noviciado canônico.
Aos 8 de dezembro de 1936 faziam seus Votos Perpétuos, com dispensa do Noviciado, as primeiras Irmãs do Instituto, nas mãos de sua Madre, e a Congregação, já inserida na Igreja, confiante e segura, prosseguiu sua caminhada.

APROVAÇÃO PONTIFÍCIA

Muitas vocações foram chegando e as Irmãs foram solicitadas para novas Fundações. Instalaram-se novas Comunidades em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, e mais recentemente, após o falecimento de sua fundadora, no Distrito Federal e Santa Catarina e duas Comunidades em Portugal. (Sempre na vanguarda de sua pequena grei, Madre Maria Teresa foi uma alma de Mãe, de Pastora, de Apóstola. Viu espalhar-se para a glória de Deus a sua Congregação).
Aos 11 de fevereiro de 1952, Madre Teresa teve a alegria que é dada a poucos Fundadores: ver concedido à Congregação o Decreto de Louvor, tornando-a Pontifícia. E ainda mais: em pleno Concílio Vaticano II, aos 8 de dezembro de 1964, recebeu de S. Santidade o Papa Paulo VI a aprovação definitiva do Instituto, como confirmação de que a Congregação, seu espírito, suas obras, suas atividades e objetivos estão perfeitamente dentro do espírito da Igreja e atingem as necessidades atuais do mundo e as exigências da Evangelização.

TESTAMENTO DA FUNDADORA

Aos setenta anos, em 8 de janeiro de 1972, após um período curto de enfermidade, Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, tendo cumprido fiel e amorosamente sua missão, partiu para a Casa do Pai.
Seu testamento, deixado poucas horas antes de morrer, diz da certeza de um ideal conquistado: “Sejam santas! Sejam fiéis ao Papa, à Igreja e às Constituições! Amem muito o Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora! Sejam unidas e assim serão felizes!”
Suas filhas espirituais e continuadoras de sua obra sentem que, em Deus, sua luz que é a do próprio Deus, continua a guiá-las.

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CONTINUA ...

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Fontes: http://www.pequenasmissionarias.org.br

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