Blog Actus Fidei - Atos de Fé

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Arquivo de: Março 2007, 14

14.03.07

Amar a Deus e ao próximo!

Amar a Deus e ao próximo   

1. O Valor da Lei Divina

Veja Gn 2,15-17 e Eclo 15,14 

Deus chama o homem a participar da sua providência, querendo dirigir o mundo por meio do próprio homem, através de seu cuidado consciencioso e responsável.

Proibindo o homem de "comer da árvore da ciência do bem e do mal", Deus afirma que o homem não possui originariamente como próprio o conhecimento do que é bom ou mau para si, mas só o terá através da luz da razão natural e da Revelação divina.

A lei natural é a razão humana enquanto nos ordena a fazer o bem e intima a evitar o mal. Este apelo está inscrito na consciência de cada um dos seres humanos dotados de razão. Mas, para reconhecer o bem e o mal discernindo entre eles, necessita que sua razão seja iluminada pela Revelação e pela fé. Aquilo que o ser humano é, e o que deve fazer, manifesta-se no momento em que Deus se revela a si próprio.

Tomemos Ex 19,1-9 e Ex 20,1-17

Segundo nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, o Decálogo (Dez Mandamentos) deve ser entendido em primeiro lugar no contexto do Êxodo, que é o grande acontecimento libertador de Deus no centro da Antiga Aliança, e indica as condições de uma vida liberta da escravidão do pecado. O decálogo é um caminho de vida. Ele se apresenta como resposta devida às iniciativas gratuitas que o amor de Deus multiplica em favor de cada ser humano. É uma resposta de amor, segundo o enunciado que o livro do Deuteronômio faz:

"Se amares teu Deus, se andares em seus caminhos, se observares seus Mandamentos, suas leis e seus costumes, viverás e te multiplicarás" (Dt 30,16).

O bem consiste em reconhecer Deus como o núcleo fundamental de nossa vida, em pertencer-Lhe, em obedecer-Lhe e em caminhar com Ele. Este é o testemunho da Sagrada Escritura. O papa João Paulo II chama os mandamentos da lei de Deus de "Dom do decálogo" porque são estes que indicam ao ser humano o caminho da verdadeira vida.

Mais tarde pela boca de Jesus são entregues novamente aos homens os mandamentos do decálogo, cujo resumo e fundamento são o mandamento do Amor a Deus e ao próximo, que estão profundamente unidos entre si e compenetram-se reciprocamente (veja Mt 22,40). E a sua unidade indivisível é testemunhada por Jesus com a sua própria vida e morte de cruz, sinal de seu amor indiviso ao pai e à humanidade (veja Jo 13,1).

2. Os Mandamentos e a Vida no Espírito

Veja Mt 19,16-26.

Não só o homem rico, mas até os discípulos de Jesus se assustam com as condições para segui-lo, que vão além das forças humanas (veja Mt 19,25). De fato, a nenhum ser humano é possível viver a lei unicamente por suas próprias forças, mas somente em virtude de um dom recebido. Veja Jo 15,9: tal como o Senhor Jesus recebe o amor do seu Pai, assim Ele , por sua vez, comunica-o gratuitamente aos discípulos. O dom de Cristo é o seu Espírito, cujo fruto primeiro é a Caridade. Sto Agostinho pergunta-se: "É o amor que nos faz cumprir os mandamentos, ou é a observância dos Mandamentos que faz nascer o amor?" E responde: "Mas quem pode pôr em dúvida que o amor precede à observância? Quem de fato não ama está privado de motivações para cumprir os Mandamentos".

Tomar Rm 8,2. Com estas palavras o apóstolo Paulo nos leva a considerar a relação entre a lei e a Graça. Ele reconhece o papel pedagógico da lei, que permite ao homem medir sua fraqueza e abre-o à invocação e ao acolhimento da vida no Espírito. Só nesta vida nova é possível a prática dos mandamentos de Deus. De forma admirável, Sto Agostinho sintetiza o ensino paulino sobre a lei e a Graça: "A lei foi dada para se invocar a Graça; a Graça foi dada para que se observasse a lei".

Assim é que "o amor e a vida segundo o Evangelho não podem ser pensados em termos de preceito, porque o que eles pedem superam as forças do homem: apenas são possíveis como fruto de um dom de Deus, que restaura, cura e transforma o coração do homem através da sua Graça" (João Paulo II, Veritatis Splendor, 23).

3. Quais os Dez Mandamentos

1. Amar a Deus sobre todas as coisas;
2. Não tomar seu Santo Nome em vão;
3. Guardar os domingos e festas de guarda
4. Honrar pai e mãe
5. Não matar
6. Não pecar contra a castidade
7. Não furtar
8. Não levantar falso testemunho
9. Não desejar a mulher do próximo
10. Não cobiçar as coisas alheias

4. Amar a Deus sobre todas as coisas

O primeiro e maior de todos os mandamentos é o da caridade para com Deus. (Mt 22,37-38; Dt 6,4-9; I Cor 13,1ss; Mc 12, 29ss; Lc 10,27)

"Mestre, qual é o principal mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração de toda tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o maior e o primeiro mandamento" (Mt 22,36-38). O mandado de amar a Deus implica em reconhecê-lO como o Deus único e verdadeiro e o seu primeiro apelo e exigência justa é que o homem O acolha e O adore, percebendo e experimentando concretamente que fora de Deus tudo é vão e que só n'Ele terá a verdadeira felicidade. Isto implica em se dar inteiramente a Deus, sem inclinar-se para outro bem fora de Deus, sabendo que Deus amou o homem primeiro e que se deu inteiramente de si a ele deseja que nos doemos inteiramente a Ele (Ex 20,2-5; Dt 6, 4-5. 13-14).

Para que o homem ame a Deus como Ele mesmo nos pede, acima de todas as coisas, é necessário viver as virtudes da fé, da esperança e da caridade.

4.1 A Virtude da Fé

A Fé é a virtude sobrenatural pela qual cremos ser verdadeiro tudo o que Deus revelou, pela autoridade do próprio Deus que revela.

A fé é requisito fundamental para alcançar a salvação (Mc 16,6; Jo 3,18), portanto é absolutamente necessária para se alcançar a vida eterna, a união íntima com Deus. Devemos:

a. Procurar conhecê-la
b. Confessá-la
c. Alimentá-la pela oração, pelos Sacramentos, pela leitura da Palavra e pela formação religiosa
d. Preservá-la de perigos como a influência de falsas doutrinas, a convivência, leituras de livros, programas de rádio ou televisão, filmes, teatros, conferências, etc., contrários a fé.

4.2 A Caridade

É a virtude sobrenatural pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

Três razões porque a caridade é "o caminho mais excelente de todos":

1. Pela sua própria bondade intrínseca, por ser aquela que mais diretamente nos une a Deus
2. Porque é a caridade que dirige e ordena para Deus todas as outras virtudes, as quais, sem ela, estariam como que mortas e informes (I Cor 13)
3. Porque não acaba com o termo da vida terrena, visto que o Amor não passa, não tem fim, pois constitui o conteúdo essencial da vida eterna.

5. O Amor ao Próximo

É uma virtude sobrenatural que nos leva a procurar o bem dos nossos semelhantes, por amor de Deus.

Quatro características deve ter o nosso amor ao próximo:

a. Sobrenatural: amamos os outros por amor a Deus, porque todo próximo é filho de Deus
b. Universal: devemos amar todos sem exceção (Jo 13,35)
c. Ordenado: começar por aqueles, que estão mais próximos de nós
d. Não somente externo, mas também interno: combater toda e qualquer aversão ou mal querença a quem quer que seja.

Fonte: http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/doutrinacatolica/mandamentos/mandamentos_amarasosenhorteudeuseaoproximo.html


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  • Postado em 13:28:54

Biografia do Papa Bento XVI.

categorias: Papa Bento XVI
O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.

Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.

O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande hostilidade contra a Igreja Católica. O jovem Joseph viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa.

Precisamente nesta complexa situação, descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo; fundamental para ele foi a conduta da sua família, que sempre deu um claro testemunho de bondade e esperança, radicada numa conscienciosa pertença à Igreja.

Nos últimos meses da II Guerra Mundial, foi arrolado nos serviços auxiliares anti-aéreos.

Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de Junho de 1951.

Um ano depois, começou a sua actividade de professor na Escola Superior de Freising.

No ano de 1953, doutorou-se em teologia com a tese «Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho». Passados quatro anos, sob a direcção do conhecido professor de teologia fundamental Gottlieb Söhngen, conseguiu a habilitação para a docência com uma dissertação sobre «A teologia da história em São Boaventura».

Depois de desempenhar o cargo de professor de teologia dogmática e fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, continuou a docência em Bonn, de 1959 a 1963; em Münster, de 1963 a 1966; e em Tubinga, de 1966 a 1969. A partir deste ano de 1969, passou a ser catedrático de dogmática e história do dogma na Universidade de Ratisbona, onde ocupou também o cargo de Vice-Reitor da Universidade.

De 1962 a 1965, prestou um notável contributo ao Concílio Vaticano II como «perito»; viera como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colónia.

A sua intensa actividade científica levou-o a desempenhar importantes cargos ao serviço da Conferência Episcopal Alemã e na Comissão Teológica Internacional.

Em 25 de Março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo de München e Freising. A 28 de Maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Foi o primeiro sacerdote diocesano, depois de oitenta anos, que assumiu o governo pastoral da grande arquidiocese bávara. Escolheu como lema episcopal: «Colaborador da verdade»; assim o explicou ele mesmo: «Parecia-me, por um lado, encontrar nele a ligação entre a tarefa anterior de professor e a minha nova missão; o que estava em jogo, e continua a estar – embora com modalidades diferentes –, é seguir a verdade, estar ao seu serviço. E, por outro, escolhi este lema porque, no mundo actual, omite-se quase totalmente o tema da verdade, parecendo algo demasiado grande para o homem; e, todavia, tudo se desmorona se falta a verdade».

Paulo VI criou-o Cardeal, do título presbiteral de “Santa Maria da Consolação no Tiburtino”, no Consistório de 27 de Junho desse mesmo ano.

Em 1978, participou no Conclave, celebrado de 25 a 26 de Agosto, que elegeu João Paulo I; este nomeou-o seu Enviado especial ao III Congresso Mariológico Internacional que teve lugar em Guayaquil (Equador) de 16 a 24 de Setembro. No mês de Outubro desse mesmo ano, participou também no Conclave que elegeu João Paulo II.

Foi Relator na V Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos realizada em 1980, que tinha como tema «Missão da família cristã no mundo contemporâneo», e Presidente Delegado da VI Assembleia Geral Ordinária, celebrada em 1983, sobre «A reconciliação e a penitência na missão da Igreja».

João Paulo II nomeou-o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de Novembro de 1981. No dia 15 de Fevereiro de 1982, renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de München e Freising. O Papa elevou-o à Ordem dos Bispos, atribuindo-lhe a sede suburbicária de Velletri-Segni, em 5 de Abril de 1993.

Foi Presidente da Comissão encarregada da preparação do Catecismo da Igreja Católica, a qual, após seis anos de trabalho (1986-1992), apresentou ao Santo Padre o novo Catecismo.

A 6 de Novembro de 1998, o Santo Padre aprovou a eleição do Cardeal Ratzinger para Vice-Decano do Colégio Cardinalício, realizada pelos Cardeais da Ordem dos Bispos. E, no dia 30 de Novembro de 2002, aprovou a sua eleição para Decano; com este cargo, foi-lhe atribuída também a sede suburbicária de Óstia.

Em 1999, foi como Enviado especial do Papa às celebrações pelo XII centenário da criação da diocese de Paderborn, Alemanha, que tiveram lugar a 3 de Janeiro.

Desde 13 de Novembro de 2000, era Membro honorário da Academia Pontifícia das Ciências.

Na Cúria Romana, foi Membro do Conselho da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados; das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Educação Católica, para o Clero, e para as Causas dos Santos; dos Conselhos Pontifícios para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e para a Cultura; do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica; e das Comissões Pontifícias para a América Latina, «Ecclesia Dei», para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canónico, e para a revisão do Código de Direito Canónico Oriental.

Entre as suas numerosas publicações, ocupam lugar de destaque o livro «Introdução ao Cristianismo», uma compilação de lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão de fé apostólica, e o livro «Dogma e Revelação» (1973), uma antologia de ensaios, homilias e meditações, dedicadas à pastoral.

Grande ressonância teve a conferência que pronunciou perante a Academia Católica Bávara sobre o tema «Por que continuo ainda na Igreja?»; com a sua habitual clareza, afirmou então: «Só na Igreja é possível ser cristão, não ao lado da Igreja».

No decurso dos anos, continuou abundante a série das suas publicações, constituindo um ponto de referência para muitas pessoas, especialmente para os que queriam entrar em profundidade no estudo da teologia. Em 1985 publicou o livro-entrevista «Relatório sobre a Fé» e, em 1996, «O sal da terra». E, por ocasião do seu septuagésimo aniversário, publicou o livro «Na escola da verdade», onde aparecem ilustrados vários aspectos da sua personalidade e da sua obra por diversos autores.

Recebeu numerosos doutoramentos «honoris causa»: pelo College of St. Thomas em St. Paul (Minnesota, Estados Unidos), em 1984; pela Universidade Católica de Eichstätt, em 1987; pela Universidade Católica de Lima, em 1986; pela Universidade Católica de Lublin, em 1988; pela Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha), em 1998; pela Livre Universidade Maria Santíssima Assunta (LUMSA, Roma), em 1999; pela Faculdade de Teologia da Universidade de Wroclaw (Polónia) no ano 2000.

fonte: Vaticano

Encíclica "Deus Caritas Est"

Exortação Apostólica "Sacramentum Caritatis"
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  • Postado em 13:02:51

Jovens Santos!

Somos 'os operários da última hora'
“Vinde em meu seguimento, e farei de vós pescadores de homens” (Mateus 4:19) .

Felizes aqueles que ouvem o apelo do Senhor. Bem-aventurados aqueles que escutam o chamado d’Ele e não fecham os ouvidos e o coração. Feliz de você se ouve o apelo do Senhor e se entrega nas mãos d’Ele.

O Senhor precisa de muitos pescadores. São muitos os "peixes" – ou seja, as almas redimidas pelo sangue de Jesus Cristo –, que precisam ser salvos e trazidos para a "barca do Senhor". Feliz de você que escuta o apelo d’Ele. Meditemos, juntos, a Palavra de Deus que está na "Parábola dos operários da vinha", no Evangelho de São Mateus, capítulo 20, versículos de 1 a 16, que fala dos operários chamados pelo Senhor.

Muitas vezes, pensamos que somos esses "primeiros operários" de que fala esta Palavra, convocados logo de manhã cedo. E que fomos feitos para a Vinha do Senhor. Mas é necessário compreender: nós somos "os operários da última hora". Quando faltava apenas "uma hora" para o "cair da tarde", isto é, muito pouco tempo, o Senhor nos chamou, porque não quer perder ninguém. É por isso que Ele está chamando "operários de todas as horas".

Nessa parábola se vê que as uvas, – ou seja, as almas –, estão prontinhas para ser "colhidas". O Senhor as criou, cultivou e preparou. Agora Ele está precisando que você faça a parte mais fácil, – diria até que a mais gostosa e mais bela –: "colhê-las". Ninguém pode ficar de braços cruzados e usar de falsa humildade, dizendo: “Ah! Senhor, não sou capaz, não estou preparado, não tenho dons suficientes para isso”.

Não! É preciso ser humilde, disponível e dócil como a Virgem Maria o foi: “Eu sou a serva do Senhor. Aconteça-me segundo a tua palavra.”(Lucas 1:38)

Temos de sair do comodismo e do medo e atender ao pedido do Senhor, pois o tempo urge. Ele nos está chamando mais uma vez. Somos "os operários da última hora". A vinha d’Ele é imensa, pois são muitas as almas que podem se perder se não forem "colhidas" a tempo. E os operários são poucos e o tempo é breve, pois estamos na última hora. O Senhor lhe dará o que for necessário para essa missão. E, sobretudo, Ele lhe dará o mais importante: o Santo Espírito d’Ele, e dessa forma, os dons, a força e o poder do alto virão, para que você seja o operário d’Ele: um bom operário. Dessa forma, o Senhor também dirá a você: “Servo bom e fiel, tu foste fiel no pouco. Entra no gozo do teu Senhor.”

seu irmão,


Padre Jonas Abib

www.cancaonova.com

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  • Postado em 12:27:05